Sobre o Câncer Câncer Colorretal
O câncer do intestino grosso, chamado também de câncer de cólon e de reto ou colorretal, é uma doença que atinge indistintamente homens e mulheres.
Em sua maioria, o câncer colorretal se desenvolve gradativamente por uma alteração nas células que começam a crescer de forma desordenada sem apresentar qualquer sintoma.
Por esse motivo, a detecção precoce é fundamental. Quanto mais cedo é diagnosticada, maiores as chances de cura da doença.
Em sua maioria, o câncer colorretal se desenvolve gradativamente por uma alteração nas células que começam a crescer de forma desordenada sem apresentar qualquer sintoma.
Por esse motivo, a detecção precoce é fundamental. Quanto mais cedo é diagnosticada, maiores as chances de cura da doença.
Crescimentos Anormais no Cólon ou no Reto
A maioria dos cânceres colorretais se desenvolve lentamente por vários anos. Antes de ser câncer a doença começa com o crescimento de tecido, geralmente um pólipo não cancerígeno, no revestimento interno do cólon ou do reto. Um tumor é um tecido anormal e pode ser benigno ou maligno. Um pólipo é benigno, mas alguns pólipos podem se transformar em câncer. A chance dessa transformação depende do tipo de pólipo:
Outro tipo de lesão pré-cancerígena é a displasia. Displasia é uma área no revestimento do cólon ou do reto, onde as células parecem anormais, mas quando analisadas sob um microscópio se trata apenas de células normais. Entretanto estas células podem se transformar em câncer com o tempo. A displasia é geralmente detectada em pessoas que tiveram doenças, como colite ulcerativa ou doença de Crohn por muitos anos. Tanto a colite ulcerativa e a doença de Crohn causam inflamação crônica no cólon.
- Pólipos Adenomatosos (Adenomas) – São pólipos que podem se transformar em câncer. Devido a isso, os adenomas são considerados uma condição pré-cancerígena.
- Pólipos Hiperplásicos e Pólipos Inflamatórios - Em geral, não são pré-cancerígenos. Alguns médicos acreditam que os pólipos hiperplásicos podem se tornar pré-cancerígenos ou ainda ser um sinal do desenvolvimento de um adenoma, particularmente quando estes pólipos estão no cólon ascendente.
Outro tipo de lesão pré-cancerígena é a displasia. Displasia é uma área no revestimento do cólon ou do reto, onde as células parecem anormais, mas quando analisadas sob um microscópio se trata apenas de células normais. Entretanto estas células podem se transformar em câncer com o tempo. A displasia é geralmente detectada em pessoas que tiveram doenças, como colite ulcerativa ou doença de Crohn por muitos anos. Tanto a colite ulcerativa e a doença de Crohn causam inflamação crônica no cólon.
Tipos de Câncer Colorretal
Existem vários tipos de câncer que se iniciam no cólon ou no reto:
- Adenocarcinomas - Os adenocarcinomas representam mais de 95% dos cânceres colorretais. Se iniciam nas células que produzem o muco que lubrifica o interior do cólon e do reto.
- Tumores Carcinoides - Estes tumores começam nas células do intestino que produzem hormônios específicos. .
- Tumores Estromais Gastrointestinais (GIST) - Começam a partir de células específicas na parede do intestino denominadas células intersticiais de Cajal. Alguns são benignos, outros são malignos. Estes tumores podem ser encontrados em qualquer parte do trato digestivo, e são incomuns no cólon.
- Linfomas – São cânceres das células linfáticas como nos linfonodos, mas também podem se iniciar no cólon, no reto ou em outros órgãos.
- Sarcomas - Estes tumores podem se iniciar nos vasos sanguíneos, no tecido muscular ou conjuntivo na parede do cólon e do reto. Os sarcomas do cólon ou do reto são raros.
Causas do Câncer Colorretal
A causa da maioria dos casos de câncer de intestino ou colorretal ainda é desconhecida, mas muitas pesquisas estão sendo realizadas nesta área.
Existe atualmente, alguns progressos na compreensão de como certas mutações no DNA podem fazer com que células normais se tornem cancerígenas. O DNA contêm as instruções genéticas que coordenam o desenvolvimento e funcionamento de todas as células. Normalmente, as pessoas se parecem com seus pais, porque eles são a fonte de seu DNA. Entretanto, o DNA também pode influenciar o risco de desenvolver certas doenças, como alguns tipos de câncer.
Alguns genes contêm instruções para controlar o crescimento e divisão das células. Os genes que promovem a divisão celular são chamados oncogenes. Os genes que retardam a divisão celular ou levam as células a morte no momento certo são chamadas de genes supressores de tumor. Os cânceres podem ser causados por alterações do DNA que se transformam em oncogenes ou desativam os genes supressores de tumor. Mutações em vários genes diferentes parecem ser necessárias para causar o câncer colorretal.
Estas alterações genéticas podem ser herdadas de um dos pais ou adquiridas durante a vida de uma pessoa, se as células do corpo cometerem "erros”, se dividindo para formar duas novas células:
Alguns cânceres colorretais são causados por mutações genéticas, hoje, já se conhecem muitas dessas mutações no DNA e seus efeitos sobre o crescimento das células.
As síndromes hereditárias mais comuns associadas ao câncer colorretal são: polipose adenomatosa familiar, câncer colorretal hereditário sem polipose, síndrome de Gardner, síndrome de Turcot, síndrome de Peutz-Jeghers e polipose MUTYH.
Os exames genéticos podem detectar as alterações genéticas associadas com estas síndromes hereditárias. Se você tiver histórico familiar de pólipos ou câncer colorretal ou outros sintomas ligados a essas síndromes, converse com seu médico sobre aconselhamento e exames genéticos.
A maioria das mutações do DNA relacionadas ao câncer colorretal não são herdadas, mas adquiridas durante a vida de uma pessoa. Existem alguns fatores de risco que provavelmente desempenham um papel importante nas mutações adquiridas, mas até agora não existe comprovação específica de qualquer mutação que cause o câncer colorretal.
Em muitos casos, a primeira mutação ocorre no gene APC, causando aumento do crescimento de células do intestino grosso devido à perda desse "freio” no crescimento celular. Outras mutações podem então ocorrer em genes como KRAS, TP53 e SMAD4. Essas alterações podem levar às células a um crescimento e disseminação de forma incontrolável. Outros genes ainda não descobertos quanto a sua participação provavelmente também estão envolvidos.
Existe atualmente, alguns progressos na compreensão de como certas mutações no DNA podem fazer com que células normais se tornem cancerígenas. O DNA contêm as instruções genéticas que coordenam o desenvolvimento e funcionamento de todas as células. Normalmente, as pessoas se parecem com seus pais, porque eles são a fonte de seu DNA. Entretanto, o DNA também pode influenciar o risco de desenvolver certas doenças, como alguns tipos de câncer.
Alguns genes contêm instruções para controlar o crescimento e divisão das células. Os genes que promovem a divisão celular são chamados oncogenes. Os genes que retardam a divisão celular ou levam as células a morte no momento certo são chamadas de genes supressores de tumor. Os cânceres podem ser causados por alterações do DNA que se transformam em oncogenes ou desativam os genes supressores de tumor. Mutações em vários genes diferentes parecem ser necessárias para causar o câncer colorretal.
Estas alterações genéticas podem ser herdadas de um dos pais ou adquiridas durante a vida de uma pessoa, se as células do corpo cometerem "erros”, se dividindo para formar duas novas células:
- Mutações Genéticas Herdadas
Alguns cânceres colorretais são causados por mutações genéticas, hoje, já se conhecem muitas dessas mutações no DNA e seus efeitos sobre o crescimento das células.
As síndromes hereditárias mais comuns associadas ao câncer colorretal são: polipose adenomatosa familiar, câncer colorretal hereditário sem polipose, síndrome de Gardner, síndrome de Turcot, síndrome de Peutz-Jeghers e polipose MUTYH.
Os exames genéticos podem detectar as alterações genéticas associadas com estas síndromes hereditárias. Se você tiver histórico familiar de pólipos ou câncer colorretal ou outros sintomas ligados a essas síndromes, converse com seu médico sobre aconselhamento e exames genéticos.
- Mutações Genéticas Adquiridas
A maioria das mutações do DNA relacionadas ao câncer colorretal não são herdadas, mas adquiridas durante a vida de uma pessoa. Existem alguns fatores de risco que provavelmente desempenham um papel importante nas mutações adquiridas, mas até agora não existe comprovação específica de qualquer mutação que cause o câncer colorretal.
Em muitos casos, a primeira mutação ocorre no gene APC, causando aumento do crescimento de células do intestino grosso devido à perda desse "freio” no crescimento celular. Outras mutações podem então ocorrer em genes como KRAS, TP53 e SMAD4. Essas alterações podem levar às células a um crescimento e disseminação de forma incontrolável. Outros genes ainda não descobertos quanto a sua participação provavelmente também estão envolvidos.
Crescimentos Anormais no Cólon ou no Reto
A maioria dos cânceres colorretais se desenvolve lentamente por vários anos. Antes de ser câncer a doença começa com o crescimento de tecido, geralmente um pólipo não cancerígeno, no revestimento interno do cólon ou do reto. Um tumor é um tecido anormal e pode ser benigno ou maligno. Um pólipo é benigno, mas alguns pólipos podem se transformar em câncer. A chance dessa transformação depende do tipo de pólipo:
Outro tipo de lesão pré-cancerígena é a displasia. Displasia é uma área no revestimento do cólon ou do reto, onde as células parecem anormais, mas quando analisadas sob um microscópio se trata apenas de células normais. Entretanto estas células podem se transformar em câncer com o tempo. A displasia é geralmente detectada em pessoas que tiveram doenças, como colite ulcerativa ou doença de Crohn por muitos anos. Tanto a colite ulcerativa e a doença de Crohn causam inflamação crônica no cólon.
- Pólipos Adenomatosos (Adenomas) – São pólipos que podem se transformar em câncer. Devido a isso, os adenomas são considerados uma condição pré-cancerígena.
- Pólipos Hiperplásicos e Pólipos Inflamatórios - Em geral, não são pré-cancerígenos. Alguns médicos acreditam que os pólipos hiperplásicos podem se tornar pré-cancerígenos ou ainda ser um sinal do desenvolvimento de um adenoma, particularmente quando estes pólipos estão no cólon ascendente.
Outro tipo de lesão pré-cancerígena é a displasia. Displasia é uma área no revestimento do cólon ou do reto, onde as células parecem anormais, mas quando analisadas sob um microscópio se trata apenas de células normais. Entretanto estas células podem se transformar em câncer com o tempo. A displasia é geralmente detectada em pessoas que tiveram doenças, como colite ulcerativa ou doença de Crohn por muitos anos. Tanto a colite ulcerativa e a doença de Crohn causam inflamação crônica no cólon.
Perguntas para o Médico sobre o Câncer Colorretal
O diagnóstico do câncer cria muitas dúvidas e inseguranças. Anote sempre as suas e pergunte para seu médico.
Algumas sugestões de perguntas a serem feitas:
É muito importante perguntar e esclarecer todas suas dúvidas, a informação é um direito seu!
Algumas sugestões de perguntas a serem feitas:
- Que tipo de câncer colorretal eu tenho?
- Onde o tumor está localizado?
- Este é um câncer hereditário?
- É necessária a realização de exames adicionais ou biópsias?
- O resultado demora muito para sair?
- Qual é o estadiamento da minha doença? O que isso significa?
- Você pode me explicar o laudo de patologia?
- Quais as opções de tratamento disponíveis para o meu caso?
- Qual o tratamento que você recomenda? Por quê?
- Qual é o objetivo do meu tratamento?
- Quanto tempo dura o tratamento?
- Quais são os possíveis efeitos colaterais do tratamento a curto e longo prazo?
- O que pode ser feito para diminuir os efeitos colaterais?
- De que forma o tratamento afetará minhas atividades do dia a dia?
- Quais os efeitos colaterais dos medicamentos utilizados no tratamento?
- Como o tratamento será planejado? Que tipos de exames serão realizados?
- Será necessário fazer radioterapia?
- Onde será feita a radioterapia?
- Qual a frequência da radioterapia?
- É possível fazer quimioterapia e radioterapia ao mesmo tempo?
- Meu tipo de câncer permite tratar cirurgicamente? Por quê?
- Com que frequência devo fazer as consultas de retorno?
- O que é colostomia? Será necessária no meu caso?
- Poderei voltar a realizar minhas atividades normalmente?
- Quais são as chances do câncer voltar?
É muito importante perguntar e esclarecer todas suas dúvidas, a informação é um direito seu!
Com que Médico devo me Consultar?
Coloproctologista é o médico especialista nas doenças do intestino, reto e ânus. O coloproctologista deve ser consultado na presença de um dos seguintes sintomas:
Deve ser lembrado que pessoas com mais de 50 anos de idade podem consultar um coloproctologista para determinar o risco de desenvolver câncer colorretal. A incidência de casos é maior em pessoas com mais de 50 anos.
- Presença de sangue nas fezes.
- Sangramento anal seja em pequena ou grande quantidade.
- Dificuldade ao evacuar.
- Dor ou cólica abdominal sem motivo específico.
- Ardência ou coceira anal.
- Diarreia de longa data.
- Histórico de câncer colorretal na família.
Deve ser lembrado que pessoas com mais de 50 anos de idade podem consultar um coloproctologista para determinar o risco de desenvolver câncer colorretal. A incidência de casos é maior em pessoas com mais de 50 anos.
Sinais e Sintomas do Câncer Colorretal
A maioria dos casos, em estágio inicial, de câncer colorretal não apresentam quaisquer manifestações clínicas. Por isso, é importante ficar atento a qualquer mudança, sinal ou sintoma diferente. Converse com seu médico ou consulte um coloproctologista em caso de apresentar:
Estes sintomas também estão relacionados a outras doenças, não são necessariamente sinais e sintomas exclusivos do câncer colorretal. Entretanto, existindo qualquer um desses sintomas, um médico deverá ser consultado para o diagnóstico preciso e o início do tratamento caso necessário.
- Diarreia ou constipação.
- Sensação de que o intestino não é completamente esvaziado.
- Presença de sangue nas fezes.
- Dor abdominal tipo cólica, sensação de inchaço abdominal.
- Perda de peso sem um motivo específico.
- Cansaço e fadiga constante.
- Náuseas e vômitos.
Estes sintomas também estão relacionados a outras doenças, não são necessariamente sinais e sintomas exclusivos do câncer colorretal. Entretanto, existindo qualquer um desses sintomas, um médico deverá ser consultado para o diagnóstico preciso e o início do tratamento caso necessário.
