sábado, 9 de agosto de 2014

    Um conceito relacionado ao tratamento cirúrgico do câncer de mama está sendo revisto.
Há décadas se tem o conceito de que havendo um ou mais linfonodos comprometidos por câncer na axila, este comprometimento indicaria obrigatoriamente o esvaziamento do restante dos gânglios na axila. Este conceito passa agora a ser questionado.
O estudo em questão mostrou que para mulheres com tumores dentro de                                                                                                                                                      

determinadas características (tumores <5 cm, axila sem gânglios palpáveis), mesmo documentando que o linfonodo sentinela está comprometido, esvaziar a axila, além de proporcionar o tratamento radioterápico, hormonal e quimioterápico, não é necessariamente melhor do que apenas proporcionar estas modalidades não cirúrgicas do tratamento.
Com base nesta igualdade de resultados a médio prazo (as pacientes foram seguidas por 6 anos), no caso de mulheres que se encaixem nestes parâmetros clínicos, já é plausível discutir individualmente com estas pacientes sobre a hipótese de poupá-las do esvaziamento axilar e suas consequências.

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