terça-feira, 18 de novembro de 2014

 amigos fás um ano que estou nessa batalha com minha esposa e uma luta eu já fiz tudo no meu alcance com um salario que dar só para as despesas nesse saria de uma familiar sobreviver já fis vários empréstimos para não deixar faltar o nesses ario para ela com isso contrai uma divida que não estou podendo pagar eu penso o que vou fazer pois meu salario ta indo quase todo para pagar as dividas sobra muito pouco para manter os medicamentos pois só um medicamento que ela tem que tomar durante 10 anos custa a caixa 90 reais ta difisismo mais deus me falou no sonho que vai mandar ajuda através dos seus filhos me sinto impotente perante este fato as vezes me pego falando com deus eu mereço ISO tudo quando estou só eu choro por não poder fazer mais por ela venho agora pedir a todos filho de deus que possa-o ajudar com qualquer coisa  não importa o que eu quero fazer muito mais pelo meu amor sou casado a 26 anos e  se deus permitir continuarei ate o fim de meus dias.
meu nome e Reginaldo moro em recife no subúrbio meu telefone de contato e (81)85257935
fora do brasil e (55)8185257935 para a quele que possa ajudar.
meu banco  e Bradesco 
agência (2798)
conta (0040987)
digito (1) 






Eu espero que em algum lugar do mundo apareça um papai Noel que diminua o nosso sofrimento. 











 Que Deus abençoei todos neste natal e fim de ano que em 2015 todos tem hão   saudê primeiramente que as outras  coisas se conquista.



amigos estou colocando uma forma de doarção e só clicar no botão a baixo e doar de coração que deus vai lidar em dobro só eu e Deus sabe o que passo. O brigado a todos



                                                                                                                                            Doar faz bem a alma 

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Saúde esta na natureza

A cura de toda as doenças esta na natureza o que se pode dar de melhor a pessoa que esta se tratando do câncer e muito amor e diversão fazendo passeio na natureza este vídeo mostra a alegria que minha esposa que ta em tratamento do câncer esta sentindo se todos usarem este tratamento vai ver que o paciente dessa enfermidade vai melhora cada dia mais que Deus abençoei a todos. 

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Amor cura de tudo

Sobre o Câncer de Mama

Principais Recomendações

Mamografia – anualmente após os 40 anos.
Exame clínico das mamas – a partir dos 20 anos como parte do atendimento médico integral da mulher.
Autoexame – mensalmente, de sete a dez dias após o início da menstruação, quando as mamas estão menos sensíveis. Para as mulheres que não menstruam mais, deve-se escolher um dia no mês.
Ultrassonografia – é indicada em casos específicos como exame complementar, particularmente em mulheres jovens, à procura de cistos ou nódulos ou, ainda, para diferenciá-los. Também permite orientar procedimentos como punções e biopsias.

Dicas de hábitos de vida saudáveis

Tenha uma dieta alimentar saudável, com variedade de frutas, legumes e verduras. Diminua o consumo de produtos que tenham gordura animal.
Faça um prato bem colorido. Pratique atividades físicas. Pelo menos quatro a cinco horas semanais, em intensidade leve ou moderada, desde que não exista contraindicação.
A obesidade é uma doença relacionada principalmente aos maus hábitos alimentares e ao sedentarismo. O excesso de peso aumenta os riscos de desenvolvimento de tumores no organismo.
Evite o consumo de cigarro e bebidas alcoólicas. Não faça uso de hormônios e anticoncepcionais sem o devido acompanhamento médico.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

foto especialista                               


 dicas de uma nutricionista 

Conheça os alimentos que combatem o câncer

A alimentação correta pode promover qualidade de vida

Pessoas que se alimentam conforme os fundamentos da nutrição funcional sentem os benefícios no seu dia-a-dia. Além de prevenir e cuidar de muitas doenças, os alimentos funcionais promovem bem-estar físico e mental para quem os ingere. 

Dentre os vários aspectos positivos para a saúde, atualmente médicos já indicam alguns alimentos que, se ingeridos conforme indicado, podem* prevenir vários tipos de câncer em homens e mulheres. 

Conheça alguns desses alimentos e como eles atuam no nosso organismo promovendo qualidade de vida: 

- Azeite de oliva e câncer de mama 
Os polifenóis contidos no azeite extra-virgem de oliva são responsáveis por programar a morte de células cancerígenas, diminuindo a expressão de genes pró-cancerígenos. Estes fitos químicos estão apenas presentes no azeite de oliva extra-virgem de primeira extração - a frio e sem químicas. O consumo de duas colheres de sobremesa ao dia é recomendável. 

- Brócolis e câncer de mama 
Estudos mostram que o componente sulforofano inibe a proliferação de células tumorais de modo semelhante ao do taxol e vincristina - poderosos medicamentos anticancerígenos. Outros vegetais que podem também ser benéficos como o brócolis são o repolho e a couve-flor. O ideal é a ingestão de ½ xícara de chá ao dia. 

- Tomate e câncer de pulmão, útero, próstata e boca 
Além de cargas de vitamina C, o tomate é uma das mais ricas fontes de licopeno flavonóide - o que lhes confere a sua cor vermelha e que demonstrou defender o organismo contra o câncer de pulmão, útero, próstata e boca. Para que tenha esse efeito, é necessário o consumo de 3-4 rodelas de tomate por dia. 


- Espinafre e câncer de mama e pulmão
Em vários estudos verificou-se que pessoas que incluem duas ou mais porções de espinafre por semana em sua nutrição têm consideravelmente mais baixas taxas de câncer de mama e pulmão. 

- Alho e câncer Os compostos de enxofre já demonstraram proteger contra o câncer, por neutralizar agentes cancerígenos e retardar o crescimento tumoral. Em estudo, investigadores descobriram que as mulheres que consomem alho pelo menos uma vez por semana, também têm uma incidência 32% menor de câncer de mama. 

- Laranjas e câncer de pulmão e estômago 
Já conhecidas por seu alto teor de vitamina C, pesquisas mostram que as laranjas também são ricas em muitos outros compostos anticancerígenos. Pesquisadores descobriram que as laranjas contêm mais de 170 fito químicos. Além disso, os compostos chamados limonóides - que dão aos frutos cítricos sabor ligeiramente amargo são também altamente ativos contra o câncer. O consumo regular de laranjas (1 fruta ao dia, ou 1 copo de suco) está associado significativamente ao menor número de câncer de pulmão e estômago. 

- Feijão 
Todos os tipos de feijão são carregados com os inibidores da protease - compostos que tornam difícil para as células cancerígenas de invadir tecidos adjacentes. As lentilhas pertencem também à família de feijão, e são saborosas e fáceis de preparar. 

- Soja e câncer de mama 
As isoflavonas contidas na soja podem afectar o desenvolvimento do câncer de mama por competir com o estrogênio do corpo na ligação aos receptores de estrógeno. As isoflavonas também podem reduzir o risco do câncer de mama através do aumento do hormônio sexual vinculado a globulina, o que reduz níveis de estrógeno no sangue. 

*cada organismo reage individualmente e o ideal é procurar um especialista em nutrição funcional para indicar o que funciona para o seu. 

Adolescentes que se exercitam têm menos chances de sofrer com câncer de mama

Prática intensa de atividade física a partir dos 12 anos protege mulheres na fase adulta

Um estudo realizado por pesquisadores norte-americanos publicado no Journal of the National Cancer Institute apontou que adolescentes praticantes de exercícios físicos intensos diminuem as chances de sofrer com câncer de mama na fase adulta. A prática de atividade física deve começar por volta dos 12 anos e durar por dez anos para que a proteção contra a doença seja notada. 

Os pesquisadores acompanharam 65 mil enfermeiras de 24 a 42 anos que participavam de uma pesquisa sobre saúde. As participantes do estudo detalharam a prática de atividades físicas que fizeram desde a época em que tinham 12 anos, respondendo um questionário. 

Durante seis anos de estudo, 550 mulheres foram diagnosticadas com câncer de mama, antes de entrarem na menopausa. Os resultados apontaram que as mulheres fisicamente mais ativas durante a adolescência e início da juventude eram 23% menos suscetíveis ao desenvolvimento do câncer, se comparadas com aquelas que eram sedentárias. As estatísticas apontam para a fase que precede a menopausa e têm maior relevância entre mulheres que praticaram exercícios entre 12 e 22 anos. 

Falando da intensidade das atividades físicas, o menor risco de tumor foi registrado entre mulheres que praticavam corrida durante três horas e 15 minutos ou outros exercícios intensos semanalmente. 

Os pesquisadores relatam que isso acontece porque os exercícios são capazes de reduzir os níveis de estrogênio, hormônio que tem sido relacionado ao risco de câncer. É por causa da diminuição do hormônio que atletas adolescentes têm a primeira menstruação mais tarde ou apresentam ciclos irregulares. 

Adolescentes são mais preguiçosos 
Um outro estudo realizado nos Estudados Unidos mostrou que as crianças americanas se tornam mais preguiçosas quando atingem a adolescência. A pesquisa contou com a participação de 1.000 crianças de diversas idades, entre 2000 e 2006. Enquanto 90% dos entrevistados de 9 anos praticam exercícios durante duas horas na maioria dos dias, menos de 3% se exercitam pelo mesmo período quando chegam aos 15 anos. 
 


Mais uma constatação dos estudiosos é que os meninos são mais ativos que as meninas, em todas as idades. Além disso, menos de um terço dos adolescentes se exercitam de acordo com a recomendação mínima feita pelo governo norte-americano de uma hora diária de exercício moderado. 

Os resultados apontam para a possibilidade de o sedentarismo se estender pela fase adulta, aumentando o risco de desenvolvimento de doenças cardíacas, obesidade, hipertensão e diabetes.

Depois de vencer o câncer, voltar à rotina exige reforço emocional

Especialistas dão dicas para que a retomada ocorra de forma natural, sem pressões

O enfrentamento da doença é tão torturante que a vitória acaba ganhando a maior parte da atenção. Mas, mesmo depois de vencer o câncer, o paciente continua precisando de cuidados especiais, física e emocionalmente. Não importa o tipo de tumor, o corpo fica debilitado e exige um acompanhamento cauteloso , afirma o oncologista Murilo Buso, do Centro de Câncer de Brasília (Cettro). Cada caso envolve variáveis específicas, desde o tipo e a extensão da doença até as drogas e a terapia empregadas no combate. A idade e as condições clínicas também inferem bastante no sucesso do tratamento , afirma o médico.Ele lembra que o câncer não é uma doença exatamente, mas sim um grupo variado delas, que têm em comum o crescimento desordenado e maligno de células que invadem os tecidos e órgãos, podendo espalhar-se (metástase) para outras regiões do corpo. De toda forma, uma dieta saudável e balanceada é essencial na recuperação.

Os casos em que há cirurgia ou consumo de medicamentos muito tóxicos podem pedir algumas restrições no cardápio. Mas, em geral, as recomendações prezam pelo consumo de alimentos com rápida digestão e fracionamento das refeições ao longo do dia. Também é bom evitar alimentos gordurosos e muito quentes , afirma o médico. De acordo com ele, essa é uma fase muito sensível, e a supervisão de um especialista, para prescrever uma dieta com todos os nutrientes necessários, pode acelerar a recuperação da saúde. Uma boa pedida são os sorvetes, que alimentam e são bem tolerados mesmo entre quem sofre com as náuseas e feridas na boca.
Câncer - Getty ImagesCâncer
Vencer a doença e voltar imediatamente à ativa, no entanto, está longe de ser a regra. Isso acontece aos poucos , afirma a psicóloga Cristiane Decat, também do Cettro. Isso porque o sofrimento não vem apenas da doença em si, mas dos próprios tratamentos, normalmente marcados pelos efeitos colaterais. É comum observar seqüelas emocionais e mudanças no estilo de viver do paciente e da família , emenda o oncologista.

A oncologista clínica Patrícia Andrade Brandalise, gerente médica oncologia do Laboratório Eli Lilly do Brasil aponta que a recuperação total dos efeitos da quimioterapia e radioterapia, por exemplo, leva de três a seis meses. No caso de cirurgias (como a retirada da mama ou cirurgias torácicas), a recuperação pode pedir mais tempo ainda , afirma.

Já a imunidade é normalizada após cerca de um mês livre de quimioterapia ou radioterapia (desde que não haja complicações, como a neutropenia ou queda dos glóbulos brancos. Os exercícios físicos são de grande ajuda nesta fase, porque garantem disposição extra para suportar o tratamento. Só precisam ser leves e feitos sob supervisão , afirma Patrícia.
Depressão pós-câncer - Getty ImagesDepressão pós-câncer
Para amenizar um pouco os traumas deixados pelo câncer, a terapia é uma boa opção. O amparo emocional alivia angústias e o medo da doença , diz a psicóloga. A ajuda psicológica também é útil no tratamento e no diagnóstico, reduzindo a depressão, a ansiedade e o que chamamos de transtorno de ajustamento (quando uma mudança muito violenta dificulta a interação social) .

Esse acompanhamento também dá força aos pacientes que temem, a qualquer momento, a volta da doença. Pacientes que sofreram com câncer de mama, por exemplo, costumam tomar um medicamento que evite novos tumores até cinco anos depois de eliminado o problema. Em outros casos o acompanhamento é feito por exame clínico, de imagem e de sangue , afirma Patrícia Brandalise. As visitas ao médicos acontecem a cada três meses no primeiro ano após o fim da doença, diminuindo para intervalos semestrais do segundo ao quinto ano. E, se estiver tudo bem, basta uma consulta anual daí em diante , afirma a especilista.



Tudo isso, entretanto, nem sempre basta para afastar o pânico em algumas pessoas. Trata-se de um medo muito comum, que atrapalha a retomada das atividades e causa sofrimento mesmo quando já houve alta , afirma Cristiane. A psicóloga ressalta que, no período imediatamente posterior ao fim da doença, a terapia produz os efeitos mais positivos. A ocasião precisa ser marcada por uma forte sensação de apoio ao paciente. Em geral, ele está muito abalado pelas perdas vividas (sociais e até no próprio corpo) e, caso tenha o emocional bem trabalhado, retorna melhor ao dia-a-dia e percebe que sempre há chance de fazer novas escolhas e recomeçar .

O segredo para ter sucesso na retomada é cultivar a paciência. Muitas vezes, o vigor físico volta melhor do que antes. O sujeito passa a se cuidar mais e a levar uma vida mais saudável. Muitos pacientes admitem que o câncer serviu como um marco, provocando uma reavaliação dos hábitos e dando o pontapé necessário para uma rotina física e psicológica mais equilibrada , diz a oncologista Patrícia Brandalise.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Jovens desafiam o câncer

A adolescência já pode ser complicada na melhor das circunstâncias, mas quando o câncer invade a vida de um adolescente, os desafios crescem de forma exponencial. Quando as perspectivas de tratamento são incertas, existe o medo de morrer jovem. Mesmo com uma chance excelente de ser curado, adolescentes com câncer enfrentam uma enormidade de preocupações emocionais, educacionais e sociais, principalmente a de faltar a atividades e perder amigos que não conseguem lidar com o câncer em alguém da mesma idade.

Além disso, existem os desafios de tentar ficar em dia com a lição de casa mesmo quando o tratamento contra o câncer rouba tempo e energia, podendo resultar em efeitos colaterais físicos, cognitivos e psicológicos de longo prazo. Sophie, que pediu para não ter o sobrenome divulgado, soube aos 15 anos que tinha osteossarcoma, câncer ósseo. Após um período de dor questionando como aquilo poderia estar acontecendo, ela fez planos, se determinou a permanecer em sua famosa escola de ensino médio em Nova York e se formar com os colegas.

Embora a maior parte do segundo ano tenha sido passada no hospital em meio a cirurgias e sessões cansativas de quimioterapia, ela foi à escola de muletas sempre que possível. Sophie deu um jeito de não perder o fio da meada e tirou notas suficientemente altas para entrar na Universidade Cornell. Agora, com 20 anos, ela está prestes a iniciar o ano como caloura universitária, em biologia e genética, além de ciências da computação. Ela pretende ir à faculdade de medicina,, então passou os últimos meses estudando para provas e sendo voluntária num hospital. Sua maior preocupação agora é ser conhecida como uma pessoa normal, não alguém que teve câncer, sendo esse o motivo para não ter o nome completo divulgado.

— Sou bastante saudável e não quero que me considerem fraca, necessitando de cuidados especiais — ela afirmou durante entrevista.

— Ter câncer coloca outras questões em perspectiva — ela acrescentou. — Eu sinto que tenho de fazer o máximo possível. Eu me envolvi em muita coisa. Tento me curtir mais. E não lamento um só minuto a forma na qual estou gastando meu tempo —

A determinação de Sophie em fazer o máximo que pode e o seu desejo por uma vida normal estão longe de serem incomuns, afirmou a Dra. Aura Kuperberg, diretora de um programa extraordinário para adolescentes com câncer e seus familiares no Children's Hospital Los Angeles, chamado Impacto Adolescente. Com doutorado em assistência social, Kuperberg começou o programa em 1988. Ele funciona com a ajuda de donativos e subsídios, merecendo ser reproduzido em hospitais do mundo inteiro.

— O maior desafio enfrentado por adolescentes com câncer é o isolamento social — ela declarou durante entrevista.

— Muitos de seus colegas ficam incomodados com a doença, e muitos adolescentes com câncer podem se afastar dos amigos porque se sentem muito diferentes, não pertencendo mais ao grupo —

No popular romance para jovens adultos "A Culpa é das Estrelas", uma adolescente num estágio avançado de câncer diz "que aquela às vezes era a pior parte de ter câncer: a evidência física da doença o separa das outras pessoas". Kuperberg contou que os adolescentes também podem se sentir isolados dentro da família.

— Pais e pacientes querem proteger uns aos outros. Eles criam uma fachada de que tudo ficará bem, sem exprimir os sentimentos de depressão e ansiedade —

Adolescente realiza sessões de terapia em grupo para pacientes jovens, pais e irmãos para que eles "não se sintam sozinhos e percebam que seus sentimentos são normais". A meta do programa, que também patrocina atividades sociais, é ajudar os jovens com câncer — alguns em tratamento, outros curados — a viver do modo mais normal possível.

— Para muitos, o câncer é uma doença crônica, que dura por um longo tempo após o fim do tratamento — disse Kuperberg. — Existem efeitos colaterais emocionais, uma sensação de vulnerabilidade, medo da reincidência e da morte, além de uma incerteza em relação ao futuro que pode prejudicar a realização de esperanças e sonhos. E também podem existir efeitos colaterais físicos e cognitivos quando o tratamento deixa para trás limitações físicas e dificuldades de aprendizado —

Porém, também é comum haver um crescimento pós-traumático que motiva os adolescentes de uma maneira muito positiva. Existe muito altruísmo, um desejo de retribuir, e empatia, a sensibilidade pelo que os outros estão passando e o desejo de ajudar. 

— Sophie, por exemplo, fazia anotações no caderno para uma colega de classe com perda auditiva causada pela quimioterapia. Ela se lembra da gratidão pela amiga que a apoiou o tempo todo em que ela fez tratamento, que ia a ver depois da escola e sentava no sofá, fazendo quebra-cabeça enquanto ela dormia. Um efeito colateral frequente do tratamento contra o câncer que agora está recebendo maior atenção é a ameaça potencial ao futuro reprodutivo do paciente jovem. Em parecer divulgado em agosto, o Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas pediu que médicos falassem dos efeitos do tratamento contra o câncer na puberdade, função ovariana, menstruação, sexualidade, escolha de contraceptivo, mamografia, exame Papanicolau e fertilidade.

— Com a taxa de sobrevivência bastante alta agora nos casos de câncer infantil, nós deveríamos fazer o que estiver ao nosso alcance para preservar a fertilidade futura — disse a Dra. Julie Strickland, diretora do comitê sobre saúde adolescente da entidade.

— Estamos vendo uma cooperação maior entre oncologistas e ginecologistas no sentido de planejar a preservação da fertilidade antes de começar o tratamento para o câncer —

O comitê sugeriu que, quando apropriado, pacientes jovens fossem encaminhados a um especialista em reprodução, que pode explorar a "ampla gama de opções reprodutivas", incluindo o congelamento de óvulos e embriões. Para meninos que já passaram pela puberdade, há muito tempo é possível congelar esperma antes do tratamento de câncer. Embora pacientes mulheres possam relutar em adiar o tratamento, ainda que por um mês, para facilitar a preservação da fertilidade, no mínimo elas deveriam conhecer a opção, afirmou Strickland durante entrevista. Ela descreveu possibilidades promissoras ainda que experimentais, como congelar parte ou todo o ovário e reimplantá-lo quando terminar o tratamento. Já é possível tirar os ovários do caminho no caso de garotas que precisam de radiação pélvica.