terça-feira, 16 de setembro de 2014

Jovens desafiam o câncer

A adolescência já pode ser complicada na melhor das circunstâncias, mas quando o câncer invade a vida de um adolescente, os desafios crescem de forma exponencial. Quando as perspectivas de tratamento são incertas, existe o medo de morrer jovem. Mesmo com uma chance excelente de ser curado, adolescentes com câncer enfrentam uma enormidade de preocupações emocionais, educacionais e sociais, principalmente a de faltar a atividades e perder amigos que não conseguem lidar com o câncer em alguém da mesma idade.

Além disso, existem os desafios de tentar ficar em dia com a lição de casa mesmo quando o tratamento contra o câncer rouba tempo e energia, podendo resultar em efeitos colaterais físicos, cognitivos e psicológicos de longo prazo. Sophie, que pediu para não ter o sobrenome divulgado, soube aos 15 anos que tinha osteossarcoma, câncer ósseo. Após um período de dor questionando como aquilo poderia estar acontecendo, ela fez planos, se determinou a permanecer em sua famosa escola de ensino médio em Nova York e se formar com os colegas.

Embora a maior parte do segundo ano tenha sido passada no hospital em meio a cirurgias e sessões cansativas de quimioterapia, ela foi à escola de muletas sempre que possível. Sophie deu um jeito de não perder o fio da meada e tirou notas suficientemente altas para entrar na Universidade Cornell. Agora, com 20 anos, ela está prestes a iniciar o ano como caloura universitária, em biologia e genética, além de ciências da computação. Ela pretende ir à faculdade de medicina,, então passou os últimos meses estudando para provas e sendo voluntária num hospital. Sua maior preocupação agora é ser conhecida como uma pessoa normal, não alguém que teve câncer, sendo esse o motivo para não ter o nome completo divulgado.

— Sou bastante saudável e não quero que me considerem fraca, necessitando de cuidados especiais — ela afirmou durante entrevista.

— Ter câncer coloca outras questões em perspectiva — ela acrescentou. — Eu sinto que tenho de fazer o máximo possível. Eu me envolvi em muita coisa. Tento me curtir mais. E não lamento um só minuto a forma na qual estou gastando meu tempo —

A determinação de Sophie em fazer o máximo que pode e o seu desejo por uma vida normal estão longe de serem incomuns, afirmou a Dra. Aura Kuperberg, diretora de um programa extraordinário para adolescentes com câncer e seus familiares no Children's Hospital Los Angeles, chamado Impacto Adolescente. Com doutorado em assistência social, Kuperberg começou o programa em 1988. Ele funciona com a ajuda de donativos e subsídios, merecendo ser reproduzido em hospitais do mundo inteiro.

— O maior desafio enfrentado por adolescentes com câncer é o isolamento social — ela declarou durante entrevista.

— Muitos de seus colegas ficam incomodados com a doença, e muitos adolescentes com câncer podem se afastar dos amigos porque se sentem muito diferentes, não pertencendo mais ao grupo —

No popular romance para jovens adultos "A Culpa é das Estrelas", uma adolescente num estágio avançado de câncer diz "que aquela às vezes era a pior parte de ter câncer: a evidência física da doença o separa das outras pessoas". Kuperberg contou que os adolescentes também podem se sentir isolados dentro da família.

— Pais e pacientes querem proteger uns aos outros. Eles criam uma fachada de que tudo ficará bem, sem exprimir os sentimentos de depressão e ansiedade —

Adolescente realiza sessões de terapia em grupo para pacientes jovens, pais e irmãos para que eles "não se sintam sozinhos e percebam que seus sentimentos são normais". A meta do programa, que também patrocina atividades sociais, é ajudar os jovens com câncer — alguns em tratamento, outros curados — a viver do modo mais normal possível.

— Para muitos, o câncer é uma doença crônica, que dura por um longo tempo após o fim do tratamento — disse Kuperberg. — Existem efeitos colaterais emocionais, uma sensação de vulnerabilidade, medo da reincidência e da morte, além de uma incerteza em relação ao futuro que pode prejudicar a realização de esperanças e sonhos. E também podem existir efeitos colaterais físicos e cognitivos quando o tratamento deixa para trás limitações físicas e dificuldades de aprendizado —

Porém, também é comum haver um crescimento pós-traumático que motiva os adolescentes de uma maneira muito positiva. Existe muito altruísmo, um desejo de retribuir, e empatia, a sensibilidade pelo que os outros estão passando e o desejo de ajudar. 

— Sophie, por exemplo, fazia anotações no caderno para uma colega de classe com perda auditiva causada pela quimioterapia. Ela se lembra da gratidão pela amiga que a apoiou o tempo todo em que ela fez tratamento, que ia a ver depois da escola e sentava no sofá, fazendo quebra-cabeça enquanto ela dormia. Um efeito colateral frequente do tratamento contra o câncer que agora está recebendo maior atenção é a ameaça potencial ao futuro reprodutivo do paciente jovem. Em parecer divulgado em agosto, o Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas pediu que médicos falassem dos efeitos do tratamento contra o câncer na puberdade, função ovariana, menstruação, sexualidade, escolha de contraceptivo, mamografia, exame Papanicolau e fertilidade.

— Com a taxa de sobrevivência bastante alta agora nos casos de câncer infantil, nós deveríamos fazer o que estiver ao nosso alcance para preservar a fertilidade futura — disse a Dra. Julie Strickland, diretora do comitê sobre saúde adolescente da entidade.

— Estamos vendo uma cooperação maior entre oncologistas e ginecologistas no sentido de planejar a preservação da fertilidade antes de começar o tratamento para o câncer —

O comitê sugeriu que, quando apropriado, pacientes jovens fossem encaminhados a um especialista em reprodução, que pode explorar a "ampla gama de opções reprodutivas", incluindo o congelamento de óvulos e embriões. Para meninos que já passaram pela puberdade, há muito tempo é possível congelar esperma antes do tratamento de câncer. Embora pacientes mulheres possam relutar em adiar o tratamento, ainda que por um mês, para facilitar a preservação da fertilidade, no mínimo elas deveriam conhecer a opção, afirmou Strickland durante entrevista. Ela descreveu possibilidades promissoras ainda que experimentais, como congelar parte ou todo o ovário e reimplantá-lo quando terminar o tratamento. Já é possível tirar os ovários do caminho no caso de garotas que precisam de radiação pélvica.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Combata o Câncer com Sorriso - Denise Aguila






Câncer de Mama

O câncer de mama é o tipo mais comum nas mulheres, atrás apenas dos casos de câncer de pele não-melanoma. Estar atenta aos sintomas e realizar os exames de rastreamento periodicamente são as principais atitudes que contribuem para o diagnóstico precoce do câncer, quando as chances de sucesso no tratamento superam 90%.



quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Gruener-saft

A região do delta do rio Yangtze representa apenas 2% da área da China, mas contribui com mais de 15% das emissões de gases de efeito estufa em todo o país. A região foi escolhida para sediar uma importante pesquisa, que avaliou o poder de desintoxicação do brócolis frente a diversos poluentes ambientais associados ao desenvolvimento do câncer.
O objetivo era determinar até que ponto o consumo diário de uma bebida com broto de brócolis poderia elevar a taxa inicial de desintoxicação de poluentes tóxicos do ar entre os indivíduos expostos a níveis excessivos, além de verificar se a resposta protetora seria sustentável. Os participantes da pesquisa receberam doses diárias da bebida a base de brócolis durante 12 semanas. Um componente bioativo derivado da verdura, o sulforafano (SF), é um anti-cancerígeno eficaz em modelos animais, e atua em parte pela indução de enzimas de desintoxicação.
Duzentos e noventa e um participantes, sendo 62 homens (21%) e 229 mulheres (79%), com idade média de 53 anos (variação de 21-65), foram recrutados na área rural da localidade chinesa de He-He Township, em Qidong, uma região caracterizada pela exposição a altos níveis de poluentes atmosféricos. Embora se tratasse de uma intervenção dietética rigidamente controlada, os participantes não foram submetidos a  nenhuma restrição alimentar durante o estudo, realizado entre outubro de 2011  e janeiro de 2012.
Os participantes consumiram uma bebida placebo ou a bebida preparada com broto de brócolis por 84 dias consecutivos (12 semanas). A excreção urinária foi medida antes e durante a intervenção.
O estudo mostrou que a ingestão da bebida com broto de brócolis melhorou a desintoxicação de alguns poluentes transportados pelo ar e pode atenuar seus riscos para a saúde a longo prazo. Ao final da análise, os resultados mostram que o consumo da bebida a base de brócolis aumentou os níveis de excreção dos derivados de poluentes, como conjugados de benzeno (61%) e acroleína (23%), mas não foi encontrado crotonaldeído naqueles que receberam a bebida de broto de brócolis em comparação com o placebo.
Cristiane Hanashiro, nutricionista do Hospital Beneficência Portuguesa, explica que o brócolis é indicado como um alimento que atua na prevenção, ajudando a diminuir o efeito tumoral. “No caso dos poluentes que apresentam risco para desenvolver o câncer, o brócolis é considerado um desintoxicante, pois leva à diminuição da substância que pode levar ao tumor”, diz.



Além da desintoxicação, prevenção
Alguns estudos já haviam revelado os benefícios do brócolis. O consumo de duas ou mais xícaras de brócolis por semana apresentou uma diminuição de 44% na incidência do câncer de bexiga. Outro estudo realizado em 2003, em Tóquio, evidenciou que algumas substâncias no brócolis bloqueavam o crescimento das células do melanoma.
E não é apenas o brócolis, mas o conjunto de alimentos que ajuda na prevenção do câncer. “Cada um tem um elemento específico que vai atuar como substância bioativa. Quando você faz uma dieta equilibrada e variada, isso repercute de maneira benéfica a longo prazo”, diz a nutricionista.
Para o indivíduo saudável, o brócolis é um alimento importante em termos nutricionais. É rico em vitamina C, que ajuda no sistema imunológico, em vitamina A, essencial para a visão e reprodução, além de conter fibras que ajudam no funcionamento intestinal. “Isso tem que estar aliado a uma dieta equilibrada e diversificada, além do estilo de vida e atividade física. Tudo isso vai repercutir de uma maneira positiva. O brócolis é um elemento preventivo, mas existem outras questões relacionadas ao desenvolvimento do câncer”, ensina Cristiane.
É bom, mas para o paciente de câncer, nem sempre
Ela ressalta ainda que a ingestão de determinados alimentos, mesmo considerados saudáveis, depende do momento e das condições de saúde de cada pessoa.  No caso do paciente oncológico, a dieta pode variar até de acordo com o tratamento — se está recebendo quimioterapia ou radioterapia. O brócolis, por exemplo, possui vários benefícios, mas contêm substâncias que podem fermentar. É comum pacientes em determinado período do tratamento terem um pouco de diarreia e gases. Nesse caso, o brócolis não é indicado, pois é rico em fibras que vão estimular o intestino e induzir a diarreia. “Nesse momento eu só vou intensificar o efeito colateral. Por isso, não dá para falar para o paciente comer ou tomar o suco de broto de brócolis todo dia. A indicação muda de acordo com o momento”, explica a especialista.
Alerta
A exposição à poluição do ar tem sido associada com o câncer de pulmão e doenças cardiopulmonares. A IARC (Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer) classificou recentemente a poluição do ar e partículas de poluição como agentes cancerígenos.

Closeup on woman applying roller deodorant on underarm

CONFIRA 8 CUIDADOS PARA A PELE DE QUEM FAZ QUIMIO OU RADIOTERAPIA

Passar um creme na pele do rosto e do corpo antes de dormir, algo tão corriqueiro para a maioria das mulheres, pode não ser um processo tão simples após passar por uma quimio ou radioterapia. Nesses casos, os cuidados devem ser intensificados, já que a pele fica fragilizada: pode coçar, ficar vermelha, irritada, seca, escamosa, entre outros efeitos colaterais. E os homens também devem ficar atentos, principalmente na hora de se barbear.
Não ignore mesmo atividades muito rotineiras. Não se deve usar produtos como desodorantes e perfumes sem antes avisar o médico. O mesmo vale se for necessário fazer curativos em alguma ferida. O INCA (Instituto Nacional do Câncer) dá dicas específicas de como cuidar da pele ao passar por tratamentos contra o câncer. Confira as instruções:
Radioterapia



1. Lave a área irradiada com água e sabão e enxugue com uma toalha macia, sem esfregar;
2. Não entre em saunas, banhos quentes, nem utilize sacos de água quente ou gelo,  lâmpadas solares ou qualquer outro material sobre a pele em tratamento;
3. Proteja a pele da luz solar até um ano depois do fim do tratamento, usando protetor solar fator 15, blusa ou camiseta;
4. Evite usar roupas apertadas, sutiãs, camisas com colarinhos, calças jeans etc.;
5. Não use tecidos sintéticos do tipo nylon, lycra, cotton ou tecidos mistos com muita fibra sintética. A roupa deve ser feita de algodão.
Quimioterapia
6. Ao se depilar e fazer a barba, tenha bastante cuidado para não se cortar (se possível, use barbeador elétrico);
7. Nas mãos, evite retirar cutículas e seja cuidadoso ao cortar as unhas;
8. Caso sinta ressecamento da pele ou descamação, passe hidratante que não contenha álcool (como por exemplo óleo de amêndoa ou leite de aveia).
Dr. Drauzio Varella
ONCOLOGIA

A CURA DO CÂNCER

Drauzio Varella

Se um dia você ouvir que foi encontrada a cura do câncer, não leve a sério.
O que chamamos de câncer é, na verdade, um conjunto de mais de cem doenças que, em comum, têm apenas a célula maligna. Não só os tumores originados nos diversos órgãos apresentam características próprias, como aqueles oriundos de um mesmo tecido evoluem de forma variável em cada indivíduo. Por exemplo: estima-se que para um câncer de mama atingir 1cm de diâmetro pode levar de dois a 17 anos, conforme o caso. Há tumores que se disseminam pelo organismo antes de serem detectáveis pelos exames radiológicos mais sensíveis, enquanto outros de aparência idêntica, operados quando já mediam 5cm, nunca se espalham.
É evidente que a escolha do tratamento precisa levar em conta todas essas peculiaridades. Para tanto, é fundamental identificarmos fatores prognósticos: conjunto das características que dão idéia da gravidade do quadro e da probabilidade de resposta à terapêutica.
Na década de 1970, sugiram os primeiros estudos cooperativos internacionais. Neles, pesquisadores de vários centros reúnem em pouco tempo centenas, milhares de pacientes com o mesmo tipo de câncer, divididos de acordo com determinados fatores prognósticos, para distribuí-los ao acaso com a finalidade de receber esquemas de tratamento que serão comparados estatisticamente no final. Esses estudos provocaram uma revolução na cancerologia. Decidir a melhor forma de tratar alguém deixou de depender exclusivamente da impressão subjetiva do médico.
Hoje, por mais promissora que seja uma droga, só será aprovada para uso clínico caso demonstre eficácia nesses estudos internacionais com milhares de pacientes. Como consequência, dispomos de medicamentos bem avaliados, com índices de resposta previsíveis e toxicidade conhecida. Esse processo, no entanto, é caro e demorado. A indústria farmacêutica calcula que são necessários no mínimo dez anos de pesquisa
para lançar um novo produto no mercado, a um custo médio de um bilhão de dólares.
Para complicar, a experiência mostra que cada medicamento descoberto ajuda a curar apenas certos subgrupos de pacientes e a prolongar por mais alguns meses a sobrevida dos incuráveis.
Todos os tumores avançados que curamos nos dias atuais exigem combinações de várias drogas, frequentemente associadas a modalidades como cirurgia e radioterapia.
Cenário atual
Este é o cenário atual: a sociedade exige remédios eficazes e seguros, mas eles consomem tempo e dinheiro para provar sua utilidade. Num congresso internacional realizado neste mês na cidade americana de New Orleans, um pesquisador fez o cálculo de quanto gastaria um doente com câncer de intestino avançado que vivesse 18 meses à custa do uso dos principais antineoplásicos disponíveis: US$ 250 mil, sem contar gastos com analgésicos,
exames, consultas ou internações! – “Que país poderá pagar essa despesa?” – perguntou ele.
Tradicionalmente, os avanços tecnológicos ficam mais baratos à medida que se popularizam. Entretanto, isso não acontece com a maioria dos medicamentos usados em oncologia; eles entram no comércio a um preço elevado para serem logo substituídos por inovações mais caras ainda.
Prevenção e diagnóstico precoce
Como não viveremos as décadas necessárias até a ciência descobrir e testar todas as drogas necessárias, o que fazer para não morrermos de câncer?
Antes de tudo, lembrar que essa é uma doença passível de prevenção: perto de 40% dos casos são provocados por cigarro. Vida sedentária, consumo exagerado de álcool, dietas pobres em vegetais e ricas em alimentos altamente calóricos que levam à obesidade são responsáveis por mais 30% (só para citar as causas evitáveis mais importantes).
Mas, como nos defender dos tumores que surgem ao acaso ou por predisposição genética?
Nessas situações, a única solução é o diagnóstico precoce. Alguns exames, como a mamografia, permitem evidenciar tumores antes de atingirem 1cm, apresentação curável em quase 100% dos casos. Outros, como a colonoscopia, permitem não apenas visualizar o intestino por dentro e surpreender tumores iniciais, como retirar lesões na fase pré-maligna para evitar sua progressão.
Estudo das proteínas Quanto às neoplasias para as quais não existem métodos preventivos, a solução virá com o estudo das proteínas.
Os tumores malignos às vezes aumentam a produção de certas proteínas normalmente excretadas pelos tecidos normais. A detecção delas na corrente sanguínea permite o diagnóstico precoce: é o caso do PSA, o exame para detectar o câncer de próstata.
Nos tumores em que ainda não foram identificadas proteínas desse tipo, a ciência básica deverá desenvolver todo esforço para fazê-lo. A tarefa é achar uma agulha no palheiro: encontrar, no meio de cerca de um milhão de proteínas presentes no sangue, qual delas foi produzida especificamente pela célula tumoral. O conhecimento para tanto está disponível, o que falta é um Projeto Proteinoma de cooperação internacional, como foi o Projeto Genoma que identificou todos os genes humanos em 12 anos.

O conhecimento dessas proteínas exclusivas das células malignas possibilitará inquéritos populacionais com a finalidade de identificar os indivíduos que correm risco de apresentar câncer, de modo a surpreendê-lo na fase inicial. Permitirá ainda avaliar a agressividade de cada caso e a probabilidade de resposta ao tratamento proposto, para evitar o que acontece atualmente: tratarmos cem doentes com esquemas tóxicos, caríssimos, que beneficiarão apenas vinte.
Sorocaba, da dupla com Fernando, comenta acusações de seu ex-parceiro - AgNews
O cantor Sorocaba, da dupla com Fernando, falou na noite do último domingo (7) ao Domingo Espetacular, da Rede Record, sobre a polêmica envolvendo seu ex-parceiro de dupla, Humberto Santiago. No dia 29 de agosto, Humberto conquistou na Justiça o reconhecimento como sendo o coautor do nome Fernando e Sorocaba. Ele foi o primeiro parceiro a cantar com Sorocaba sob esse nome artístico, entre 2005 e 2007.
Ao programa de TV, Sorocaba afirmou que a marca foi criada por ele e explicou que o nome é uma junção de seu apelido com seu nome verdadeiro, Fernando Fakri de Assis. “Ele [Humberto] entrou nesse projeto já com a marca criada, devidamente registrada”.
Segundo o sertanejo, Humberto brigou com o empresário da dupla, além de ter problemas com o alcoolismo. “Humberto era uma pessoa difícil”, afirmou Sorocaba. Em entrevista ao mesmo programa, Santiago afirmou que, na época que saiu da dupla, recebeu apenas 15 mil reais, sendo que os shows que faziam já rendiam bem mais que isso.
Sorocaba comentou ainda o fato do processo ter sido aberto no Amapá, sendo que Humberto tem residência no Paraná e Sorocaba, na capital paulista. Inicialmente, Humberto abriu o processo na Justiça de São Paulo, mas desistiu.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Cartilha dos Direitos do Paciente com Câncer

O A.C.Camargo está há 60 anos lutando e obtendo progressos significativos no combate ao câncer. Em nossas atividades buscamos sempre oferecer a melhor assistência aliada a mais avançada tecnologia, primando pela ética, respeito e humanização.
Nessas décadas acompanhamos histórias de vida e superação. Partilhamos também das expectativas que cercam todos aqueles que se deparam com o câncer.
Para apoiar e auxiliar o paciente diagnosticado com câncer, elaboramos uma nova cartilha revisada, que reúne "Os direitos do paciente com câncer". Essa foi a forma que encontramos para demonstrar nossa preocupação também com algumas questões práticas, sociais e financeiras que os afetam.
Essa compilação de legislações trata dos direitos das pessoas portadoras de câncer e/ou de doenças graves, sendo que o seu objetivo é facilitar o entendimento e auxiliar no processo de solicitação dos benefícios previstos em lei, que podem atenuar os impactos financeiros e sociais dos pacientes oncológicos.
Dessa forma, é com satisfação que apresentamos a Cartilha dos Direitos do Paciente com Câncer, idealizada pela Superintendencia Jurídica e área de Serviço Social do A.C.Camargo Cancer Center, mantido pela Fundação Antonio Prudente.
Edição Atualizada e Revisada.
Abril/2009

Copyright A.C.Camargo Cancer Center - Fundação Antonio Prudente
Lino José Rodriques Alves et al