quarta-feira, 28 de outubro de 2020

 

Câncer de mama: a influência dos aspectos emocionais no autocuidado 

Uma percepção inadequada sobre a doença pode ocasionar alterações psicológicas como ansiedade, depressão e estresse, explica psicóloga

Por Ana Carolina Peuker*

As percepções ou crenças que a mulher têm sobre o câncer de mama, seja ela doente ou saudável, estão relacionadas com suas condutas para a manutenção ou restabelecimento de sua saúde. Uma impressão inadequada sobre a doença pode ocasionar alterações psicológicas como ansiedade, depressão e estresse. Após o diagnóstico e o tratamento, mulheres que tinham percepções mais negativas sobre as consequências do câncer de mama apresentaram maiores níveis de angústia, além de mais sintomas físicos e psicológicos.

Evidências revelam que a construção social negativa do câncer de mama - como as implicações na autoimagem, intenso sofrimento e percepção de que a doença não tem cura - eleva as chances da não realização da mamografia. Geralmente, aquelas que passaram pela experiência pessoal deste diagnóstico possuem uma percepção mais realística e positiva relacionada à enfermidade. 

A atribuição de causa à doença também interfere no estado emocional. Quanto mais controlável a causa do câncer de mama é percebida, maior a autonomia das pacientes no autocuidado e na adesão a tratamentos. É comum que as pessoas atribuam a motivação da doença ao estresse ou aspectos do passado não modificáveis como “uma mágoa” ou “uma traição”.  Isso gera uma sobrecarga emocional negativa adicional, uma vez que potencializa o sentimento de impotência e autonomia frente à prevenção e ao tratamento. A atribuição causal a aspectos emocionais faz com que as mulheres a julguem como um fator externo sobre o qual não possuem controle e, dessa forma, pode comprometer suas condutas de autocuidado.

Por isso, é importante esclarecer que a causa do câncer também associa-se a fatores ambientais (como tabagismo, sedentarismo, obesidade), passíveis de controle e modificáveis.  Neste mesmo sentido, deve-se popularizar a necessidade do rastreio precoce (por meio do autoexame e da mamografia) e das medidas preventivas em saúde, como adoção de um estilo de vida saudável, que inclui a prática de atividades físicasalimentação equilibrada, livre do  consumo de tabaco e outras drogas, por exemplo. 

Muitas mulheres mantém a crença de que “quem procura, acha” e deixam de se submeter ao rastreio adequado de possíveis alterações nas mamas e no organismo - incluindo o câncer de colo de útero. Essa percepção distorcida deve ser combatida por meio de campanhas psicoeducativas, que permitem o ajuste destas impressões. As mulheres devem lembrar sempre que “quem procura, acha: a CURA!”. 

* Psicóloga, CEO da Bee Touch, startup de saúde mental. Realizou mestrado, doutorado e pós-doutorado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), no Laboratório de Psicologia Experimental, Neurociências e Comportamento. Foi professora do Instituto de Psicologia da UFRGS. Realizou pós-doutorado no Grupo de Estudos Avançados em Psicologia da Saúde (Unisinos). Atuou como pesquisadora e professora do Centro de Pesquisa em Álcool e Drogas do Instituto de Psiquiatria da UFRGS e do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Integra a Comissão de Avaliação Psicológica do Conselho de Psicologia do RS. Membro do grupo de trabalho de enfrentamento à covid-19 da Sociedade Brasileira de Psicologia (SBP).

 Meu nome é Sandra e descobri um câncer de mama aos 44 anos, hoje tenho 57. Foi um choque, é claro, mas procurei me preparar para o tratamento e, antes mesmo de passar pela mastectomia, cortei o cabelo! O médico me viu diferente na consulta e perguntou porque eu tinha cortado o cabelo que era meio longo. Eu disse: pra não estranhar muito na quimioterapia! E foi quando soube que não faria quimioterapia e nem Radioterapia. A cirurgia foi mastectomia subcutânea e tomei por 5 anos o Tamoxifeno.

Na consulta descobri que não poderia antecipar nada, teria que viver um dia de cada vez!
Assim passei o tratamento e não senti nada de ruim com remédio algum. Tive alta após 5 anos.
Em dezembro de 2019 troquei a prótese e me permiti colocar na outra mama para igualar. Não queria passar por outra cirurgia, mas já que foi necessário fiz as duas. Nunca me afastei mais que 15 ou 30 dias do trabalho e estou ótima, graças a Deus e aos excelentes médicos anjos que tenho!
Também sou psicóloga e por tudo o que vivi estou motivada a criar grupos psicoterapêuticos para acolher e ver crescer muitas guerreiras e guerreiros com casos de câncer! Precisamos passar essas vitórias para todos!
Câncer tem cura sim!

SANDRA REGINA CAMARGO DO CANTO

quinta-feira, 4 de julho de 2019




Câncer de mama - sintomas, tratamento e prevenção

O câncer de mama é um dos principais tipos de câncer que podem atingir a mulher, e acontece devido à multiplicação de células anormais no tecido mamário, formando um tumor maligno, inicialmente imperceptível, que pode aumentar e atingir outros locais do corpo.
Apesar de, nas fases iniciais, o câncer de mama não causar sintomas, o principal sinal que pode indicar a presença do tumor é a palpação de um nódulo endurecido, além de sintomas como dor, vermelhidão ou saída secreção pelos mamilos, por exemplo. O câncer de mama pode ter cura, entretanto isso varia de acordo com o tipo e com o estágio em que se encontra, por isso, é muito importante a realização da prevenção através do auto-exame e da mamografia. 
Geralmente, o tratamento varia de acordo com a extensão do tumor, e costuma ser feito com tratamentos com cirurgia, quimioterapia e/ou radioterapia, imunoterapia, além de medicamentos para aliviar sintomas que podem surgir, como enjoo ou dor.

Principais sintomas

Nas fases mais iniciais, o câncer de mama pode não provocar sintomas. À medida que cresce e as células tumorais se multiplicam, alguns sintomas que podem surgir são:
  • Aparecimento de um nódulo duro na mama ou próximo da axila, que pode ser percebido através do toque e do auto-exame da mama;
  • Saída de liquido pelo mamilo quando pressionado, podendo ser sangue;
  • Tamanho ou formato diferente das mamas, que antes não existia;
  • Ter a mama inchada, vermelha e quente e que causa coceira;
  • Ferida na mama que não cicatriza e tem mau cheiro.
Além disso, podem surgir nódulos na axila, já que os gânglios linfáticos destas duas regiões se comunicam. Saiba mais detalhes sobre os sinais e sintomas para identificar o câncer de mama em 11 sintomas do câncer de mama.

Como confirmar

O autoexame da mama e a mamografia pode levantar a suspeita do câncer de mama, entretanto, a confirmação é feito após consulta com o mastologista, que irá fazer uma avaliação mais detalhada do nódulo e do exame e, se necessário, solicitar exames que podem ser mais específicos, como ultrassom, ressonância magnética ou, se a suspeita persistir, uma biópsia do nódulo mamário. 
Exames de sangue também são feitos para identificar inflamação ou marcadores tumorais. Entenda como e quando fazer os exames que confirmam o câncer de mama. 
Além disso, os testes genéticos podem ser feitos em alguns casos para avaliar se o câncer é causado por mutações genéticas ou para identificar se há risco deste câncer quando existem familiares próximos como pai, mãe, avós, tios ou irmãos diagnosticados com a doença. Confira, também, quando fazer testes genéticos para câncer de mama

Quais são os tipos de câncer de mama

Existem vários tipos diferentes de câncer de mama, a depender do seu desenvolvimento, sendo que alguns são mais agressivos que outros. Os principais são:
  • Carcinoma ductal in situ - conhecido por CDIS;
  • Carcinoma lobular in situ - conhecido por CLIS;
  • Carcinoma ductal invasivo conhecido por CDI, que é cerca de 80% dos cânceres da mama invasores ou invasivos;
  • Carcinoma lobular invasivo conhecido por CLI;
  • Carcinoma inflamatório da mama é um câncer agressivo, mas muito raro.
Além destes tipos de câncer de mama, também existem outros que são ainda mais raros, como o carcinoma medular, o carcinoma mucinoso, carcinoma tubular e o tumor filoide maligno.

Quais são os fatores de risco 

Alguns dos fatores que aumentam o risco para desenvolver o câncer de mama são:
  • Ter mais de 50 anos;
  • Já ter tido um câncer de mama anteriormente;
  • Ter alguém na família com câncer de mama, como mãe, irmã ou filha;
  • História familiar de câncer de mama em homens;
  • Alteração genética deste tipo de câncer, especialmente nos genes BRCA1 e BRCA2;
  • Ter entrado na menopausa depois dos 55 anos;
  • Obesidade e sobrepeso;
  • Sedentarismo;
  • Consumo de bebida alcoólica;
  • Exposição frequente a Raios-X ou outros formas de radiação;
No entanto, qualquer mulher pode ter este tipo de câncer. Para saber mais detalhes sobre alguns destes fatores e como evitar, confira quem tem mais risco de ter câncer de mama. 

Como é feito o tratamento

O tratamento para câncer de mama depende varia com a gravidade e do estágio do câncer e, por isso, o médico oncologista poderá optar por um ou pela combinação de vários tratamentos. Ele é disponível através do SUS, nos centros de oncologia da cidade, assim como pode ser feito de forma particular.
Geralmente, são utilizadas intervenções com quimioterapia, radioterapia e cirurgia para a retirada do tumor, e a ordem do tratamento depende das condições em que o tumor foi diagnosticado. A cirurgia também é variável, podendo-se retirar toda a mama ou parte dela, podendo ser necessária a remoção dos nódulos linfáticos da axila, se estes tiverem sido atingidos. 
Após a cirurgia, em alguns casos, o tratamento pode ser continuado, como forma de tentar eliminar ou evitar a progressão da doença, o que também depende das características e gravidade do tumor. Para saber como é o pós-operatório da cirurgia confira como é a recuperação após retirada da mama. 

Câncer de mama no homem

O câncer de mama também pode surgir no homem, embora seja muito raro, sendo que os sintomas são semelhantes ao câncer de mama nas mulheres e há maiores chances de cura, quando é descoberto precocemente.
Existem vários tipos de câncer da mama, como carcinoma ductal in situ ou carcinoma ductal invasivo por exemplo e, normalmente, o tratamento inclui quimioterapia, radioterapia ou mesmo cirurgia para remover o tumor. Veja como o tratamento é feito em: Câncer de mama masculino..

quarta-feira, 17 de abril de 2019

CÂNCER INFANTO-JUVENIL












O câncer é a principal causa de morte por doença na faixa de 5 a 19 anos no Brasil. Em crianças e jovens a doença tem evolução rápida, mas o diagnóstico precoce e o tratamento adequado proporcionam chances de até 80% de cura. A Fundação do Câncer tem estreita parceria com Seção de Pediatria do Inca, onde são atendidos 70% dos casos do Estado do Rio de Janeiro.
Nos últimos anos, contribuiu para a ampliação da UTI Pediátrica, para a construção do Consultório Oftalmológico e para a criação e manutenção da Emergência Pediátrica. Algumas dessas ações com recursos obtidos em parceria com o Instituto Ronald McDonald, a partir da venda de tíquetes da campanha McDia Feliz voltadas para a unidade dedicada a crianças e jovens do Inca.
A Fundação também é parceira do Instituto Desiderata e acompanha de perto a questão do acesso ao diagnóstico e tratamento do câncer infanto-juvenil ao integrar o grupo Unidos pela Cura, uma iniciativa do instituto que reúne gestores do Sistema Único de Saúde, serviços especializados e organizações da sociedade civil. O objetivo do grupo é a promoção do diagnóstico precoce do câncer infantojuvenil a partir da capacitação de profissionais de saúde, do acesso em até 72 horas à investigação da suspeita de câncer e do monitoramento do fluxo de encaminhamento de câncer infantojuvenil.
Para chamar a atenção para o tema, por ocasião do Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantil (23/11), o Instituto Desiderata lança, anualmente, um boletim com um panorama da oncologia pediátrica no Estado do Rio, com apoio da Fundação do Câncer. A publicação pretende difundir conhecimento e análises sobre assuntos estratégicos que de forma objetiva subsidiem tomadas de decisão para a melhoria da rede de atenção ao câncer infantojuveni

Para oncologistas, imunoterapia pode ser parte da cura do câncer




São Paulo - No começo de 2018 pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, anunciaram uma nova terapia contra o câncer. O método, conhecido como imunoterapia, teve uma boa resposta em melanomas, câncer de pulmão e de rim. "O grande avanço da oncologia nos últimos 30 anos é a imunoterapia. Mas é só o começo", pontua oncologista torácico Carlos Gil Ferreira, presidente do Instituto Oncoclínicas. Ele falou sobre a técnica contemporânea de tratamento do câncer em um encontro com jornalistas, antes do Simpósio Internacional do Grupo Oncoclínicas, realizado em São Paulo, em novembro. 
"Nosso sistema imunológico evita que a gente desenvolva as doenças autoimunes. Se não fosse assim, o próprio sistema de defesa da pessoa atacaria, como acontece em indivíduos que têm lúpus e artrite reumatoide, por exemplo", explica Ferreira. A novidade é que se descobriu que a célula do câncer se esconde atrás dessa "cortina", do sistema imunológico. "O que a imunoterapia no dia de hoje faz é abrir essa 'cortina' e deixar que as células de defesa 'enxerguem' a célula do tumor." 
O diretor científico do grupo acrescenta que as novas drogas de imunoterapia ainda estão sendo desenvolvidas, mas o que se sabe é que "nem todos os tumores respondem da mesma maneira". "Isso tem a ver com o perfil genético e a característica inflamatória do tumor. O que a gente sabe hoje é que alguns indivíduos com melanoma metastático, outrora incuráveis, com o uso da imunoterapia o câncer desapareceu. Se desaparecer significa a cura, o tempo vai dizer", comenta. 
ALTO CUSTO 
O pesquisador acredita que a imunoterapia pode ser uma etapa no conjunto de estratégias para a cura do câncer metastático. Entretanto, o problema desse novo tratamento é que ele é de altíssimo custo e não atinge todos os pacientes. A medicina de precisão é o ponto nevrálgico nesse aspecto, como explica o oncologista. "O que a medicina de precisão está conseguindo fazer aos poucos é identificar exatamente aqueles indivíduos que vão responder bem ao tratamento. Assim, o paciente vai ser melhor tratado e se evita usar um recurso de alto custo em um indivíduo que não tinha chance de responder, e que por outro lado teria seu tratamento atrapalhado", alegou. 
O instituto, além de realizar o diagnóstico e tratamento dos pacientes, é uma empresa médica com projetos de formação dos profissionais. De acordo com os médicos, o grupo tem investido nos cuidados continuados, ou seja, no tratamento de pacientes nos quais a doença está em estágio terminal. Segundo os oncologistas, esses tratamentos, embora paliativos, permitem um tratamento mais humano não só com o paciente, mas também com a família dele. "É uma continuação do cuidado. Ter um paciente oncológico na família é um estresse para todos. Ter o acolhimento de quem te trata faz uma diferença enorme", explica o CEO do Grupo Oncoclínicas, Luis Natel. 
DOENÇA GENÉTICA 
"Quanto mais velhos ficarmos, mais câncer a gente terá", sugere Ferreira. O câncer é uma doença genética e está relacionada com a longevidade, porque envelhecer é passar por alterações genéticas, avisa o médico. "Sem dúvida, a incidência de câncer vai aumentar se a gente não combater os outros fatores. Porque não é só genético, é o ambiente atuando sobre o genético", reitera. O oncologista lembra que o tabagismo é um desses fatores, embora o Brasil tenha uma campanha severa contra o fumo. "A nossa campanha de cessação do tabagismo é talvez a melhor do mundo e sobreviveu a todos os governos nos últimos 25 anos", ressalta. 
A ideia dos oncologistas é que a medicina de precisão possa ser aplicada ao paciente diagnosticado precocemente ou com a doença avançada. "A gente tem dentro do grupo uma área de aconselhamento genético de câncer hereditário", explica. A técnica consiste na identificação de famílias de risco e a orientação ou o diagnóstico genético precoce para poder minimizar o risco. "Mas estamos falando de 10% dos tumores, que são de fato transmitidos de pai para o filho, em que há uma característica de predisposição. Para a população em geral, a hipótese é que ainda vai aumentar a incidência de câncer na próxima década, antes que a gente possa intervir de fato e atingir o equilíbrio", projeta. 
Para o diretor científico, ao se tratar de homens hoje com 90 anos de idade, a dúvida não é se eles vão ter câncer de próstata, mas sim quando este será diagnosticado. "Isso porque o homem não foi feito para viver 90 anos. Não necessariamente eles vai morrer de câncer de próstata, mas estou dando um exemplo extremo para mostrar que, conforme envelhecemos, a chance do câncer aumenta", frisa. 

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Para que serve e como usar o Cravo-da-índia

O cravinho ou cravo-da-índia, chamado cientificamente Caryophyllus aromaticus L., tem ação medicinal sendo útil no combate aos gases, alívio das dores, infecções, e ainda ajuda a emagrecer, podendo ser facilmente encontrado em supermercados e drogarias em embalagens pequenas, com preço entre 4 e 20 reais. 
O cravo-da-índia, além de ter propriedades medicinais também é uma importante fonte de nutrientes, como vitamina A, vitamina E e beta-caroteno. Pode ser utilizado na sua forma natural para enriquecer a alimentação, ou em forma de cremes e óleos, que selecionam algumas propriedades, para o seu uso na cosmética, por exemplo.
Os principais benefícios da cravo-da-índia para a saúde são:

1. Ajudar a Emagrecer

Ele auxilia na perda de peso, por combater os gases e consequentemente a barriga inchada. Seu uso não substitui uma alimentação com pouca gordura, estando liberada somente as saudáveis presente em abacate e no salmão, por exemplo, e com pouco açúcar, estando liberado apenas o açúcar natural das frutas. 

2. Melhorar a digestão 

Ele também melhora a digestão e ajuda no controle da diarreia, por ativar enzimas que auxiliam o estômago e intestino. Além disso ele ainda combate a flatulência, sendo especialmente indicado para ser consumido em forma de chá depois de uma refeição contendo feijão preto, brócolis ou couve-flor, por exemplo.

3. Combate doenças 

Devido à sua ação antisséptica, o cravinho pode ser usado no combate às infecções causadas por bactérias, como estreptococos e estafilococos, ou por fungos, por sua ação antifúngica. Ele ainda ajuda a proteger o corpo de doenças porque combate os radicais livres, que causam o envelhecimento dos tecidos do corpo, e ainda tem ação analgésica, que ajuda a combater a dor. 

4. Combate a impotência sexual 

O extrato de cravo-da-índia é um ótimo remédio caseiro contra impotência sexual porque ele aumenta a libido, devido as suas propriedades afrodisíacas, e ainda ajuda no controle da ejaculação, evitando a ejaculação precoce. 

5. Combate o mau-hálito e a dor de dente

O cravinho melhora o mau hálito, devido às suas propriedades antissépticas e aromáticas naturais. Para isso, basta mascar 1 cravinho-da-índia para notar seus efeitos aromáticos na boca. Bochechar o chá de cravo-da-índia também é uma boa solução para combater a dor de dente, enquanto se espera pela consulta com o dentista, por exemplo.  

6. Melhora a cicatrização 

Quando usado diretamente sobre a pele o óleo de cravo ou um produto fitoterápico à base de cravinho ainda facilita a cicatrização, diminui inflamações e irritações, devido a sua ação antisséptica. Esta é uma boa opção para combater pequenas fissuras anais, por exemplo.  

7. Afasta moscas e mosquitos 

O óleo de cravo contém um aroma que repele os insetos, porque seu cheiro característico é desagradável a estes. Basta esmagar alguns cravinhos e deixar num prato sobre a mesa para afastar as moscas da fruta, por exemplo. Espetar alguns cravinhos numa laranja ou num limão também é uma boa forma de afastar as moscas e os mosquitos.
Uma outra forma de usar é adicionar cerca de 10 cravinhos em 100 m de álcool e pulverizar sobre a pele, servindo como um repelente natural, que pode ser usado até mesmo em bebês e crianças. 

8. Relaxa os músculos e combate o cansaço

O óleo de cravo-da-índia ajuda a relaxar os músculos, podendo ser usado em óleos para massagem. Devido ao seu aroma característico ele também é uma boa opção para combater a fadiga e a melancolia, melhorando a disposição para as atividades do dia a dia.
Um gel fitoterápico à base de cravinho é um ótimo analgésico para ser usado nos músculos em caso de contusões, por exemplo. 

9. Alivia a tosse e elimina o catarro 

O chá de cravo-da-índia um bom remédio caseiro para aliviar a tosse e soltar o catarro devido a sua ação antisséptica e expectorante. Para o chá pode-se adicionar 5 cravinhos em 150 ml de água e deixar ferver por cerca de 10 minutos, depois adicionar mel e tomar coado, ainda morno. 

10. Melhora as alergias 

O cravo-da-índia também melhora as alergias, diminuindo as crises de asma, por exemplo, porque tem ação anti-histamínica. 
Além disto, estes óleos podem ser usados na produção de cremes que melhoram a aparência da pele, unhas e cabelos pois limpam a pele e os folículos pilosos, evitando irritação destes locais.

Como usar o cravo-da-índia

O cravo-da-índia pode ser consumido em bolos, pães, sobremesas e caldos, mas suas propriedades são mais aproveitadas na forma de chás, que ficam ótimos quando feitos em conjunto com canela, limão ou gengibre. 
  • Para o chá: Colocar 10g de cravinho numa panela com 1 litro de água e levar ao fogo para ferver durante cerca de 15 minutos. A seguir deve deixar esfriar, coar e tomar até 3 vezes ao dia.
  • Pó: Tomar de 200 à 500 mg diluídos em água, por 2 ou 3 vezes ao dia;
  • Óleo essencial: Aplicar 2 ou 3 gotas numa bola de algodão e aplicar nas áreas desejadas. 
Preparações fitoterápicas como cremes ou géis contendo cravo-da-índia podem ser encontradas em lojas de produtos naturais e em farmácias de manipulação. 
Confira receita de desodorante natural com cravo-da-índia para o corpo.

Cuidados especiais 

O cravo-da-índia está contraindicado na gravidez, amamentação e por crianças com menos de 6 anos. Também não é recomendado em caso de gastrite ou úlcera. 
O cravo-da-índia pode causar irritação da pele e da mucosa digestiva de algumas pessoas mais sensíveis, por isto deve ser utilizado, preferencialmente, com indicação do fitoterapeuta. 
O cravinho possui uma substância chamada eugenol que retarda a coagulação sanguínea, por isso o chá de cravo-da-índia e seu extrato seco não devem ser usados 2 semanas antes de uma cirurgia programada. 

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

 Você não pode ter tudo o que quer

Saber lidar com a rejeição e o fracasso talvez seja uma das lições mais difíceis para a maioria das pessoas… Mas, uma coisa é certa na vida de todo mundo: nem sempre vamos ter aquilo que queremos!
Entender e aceitar as nossas limitações é importante para evitar uma vida baseada em amarguras e frustrações.

terça-feira, 20 de novembro de 2018

pessoal boa noite a todos os amigos estou com minha amada esposa internada no hospital dês da terça feira e estou acompanhado ela ao seu lado mais hoje tive a infelicidade de estacionar o carro em baixo de um velho PE de manga de manga era a unica vaga que tinha entre 20 veículos o meu foi premiado com uma manga no para briza traseiro deixando em pedaços. estou aqui pedindo aós amigos se poderem clicar no botão do pague seguro e pode fazer uma doação com o cartão de credito pode ser qualquer valor que serra bem vindo para que possa colocar o para-brisa. que Deus abençoei a todos.
O botão esta logo a baixo da imagens do carro.
Doaçõeis


segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Tratamento que cura câncer em 96% dos ratos será testado em humanos Até o final do ano, 35 vítimas de linfoma serão submetidas ao tratamento experimental – que estimula o sistema imunológico do paciente a combater o tumor com pouquíssimos efeitos colaterais

No começo de fevereiro, uma equipe de pesquisadores da Universidade Stanford anunciou uma nova terapia contra o câncer que eliminou tumores (e metástases) em vários órgãos de ratinhos de laboratório com 96% de eficiência. Linfoma, melanoma, câncer de mama e câncer colorretal reagiram igualmente bem ao método – relembre na matéria da SUPER. As notícias da época 
terminaram com a nota esperançosa de sempre: “agora, é só esperar os testes com seres humanos começarem”.
Bem, esse dia chegou. Segundo o San Francisco Chronicle, Ronald Levy, o oncologista responsável pelo artigo científico, já está convocando voluntários com linfoma nos estágios iniciais para participar do primeiro round de experimentos. Até o final do ano, na previsão mais otimista, os 35 pacientes que passarem pela seleção serão submetidos a duas baterias de testes.
Normalmente, as agências reguladoras e comitês de ética demoram bem mais de dois meses para aprovar a aplicação, em seres humanos, de um método que só foi testado em outros animais. Nesse caso, porém, Levy usou um truque para acelerar o processo: baseou o tratamento em uma mistura inusitada de dois remédios que já estão no mercado. “As drogas que vamos injetar já são fabricadas por empresas diferentes e já são consideradas seguras”, afirmou o médico. “É a combinação que estamos testando.”
O método de Levy é classificado como uma imunoterapia: um conjunto de tratamentos contra o câncer que estimulam as células de defesa do paciente a atacar o tumor – diferente de abordagens mais conhecidas como a quimioterapia e a radioterapia, que vão direto no alvo.

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Câncer de próstata: como controlar os efeitos colaterais do tratamento?



Castração química ou terapia de deprivação androgênica (TDA) é o nome dado ao tratamento para câncer de próstata usando agentes com ação direta no eixo hipotálamo-hipófise-gônada, cujo resultado final é a supressão dos níveis de testosterona no organismo.
Uma secreção pulsátil pelo hipotálamo estimula a produção do hormônio luteinizante (GnRH) pela hipófise e este, por sua vez, estimula a produção de testosterona pelas células de Leydig no testículo.
Alterações comportamentais, perda da libido e falta de energia são as alterações mais frequentes, e devem ser tratadas prontamente a fim de não comprometer a qualidade de vida
Agentes como leuprolide e goserelina são medicamentos cujo uso contínuo inibe a secreção pulsátil do GnRH, o que culmina com a supressão dos níveis de testosterona. Além disso, foi disponibilizado mais recentemente o degarelix.
A TDA é utilizada basicamente em dois cenários distintos para pacientes com câncer de próstata (CaP): nos pacientes com doença localizada, associada a radioterapia, por um período de 4 a 36 meses ou então como primeira linha de tratamento hormonal no paciente com doença metastática, por tempo indeterminado.
Em pacientes com câncer de próstata localizado, a adição da TDA à radioterapia está associada a melhores desfechos, elevando inclusive as chances de cura em alguns casos. A duração da TDA nesse contexto varia conforme alguns critérios que classificam o tumor em risco intermediário ou alto (nível do PSA, extensão do tumor, escore de Gleason). Naqueles com risco intermediário, a duração varia entre 4 a 6 meses, enquanto naqueles com alto risco está indicada a castração química por 3 anos.
Já os pacientes com doença metastática, cuja intenção do tratamento é paliativa, devem se manter sob estado de deprivação androgênica por tempo indeterminado. Nesses casos, esse objetivo pode ser obtido por meio dos agentes agonistas do GnRH citados anteriormente, ou então por meio da retirada cirúrgica de ambos testículos (orquiectomia bilateral).
O estado de castração deixa o paciente sujeito a uma série de alterações comportamentais, fisiológicas e na composição corporal que são proporcionais a duração do tratamento:
- Perda de massa magra, aumento da gordura corporal e diminuição da forca muscular;Perda de libido e/ou disfunção erétil;Perda de massa óssea e osteoporose;Fogachos;Ginecomastia;Alterações comportamentais;Fadiga e sensação de falta de energia;Aumento do colesterol e triglicérides;Possível aumento do risco de doenças cardiovasculares.
Aqueles homens submetidos à castração química ou cirúrgica devem ser incentivados a praticar atividade física e a fazer programa de rastreamento ativo de diabetes e dislipidemia. A propensão a estes dois problemas pode justificar um maior risco cardiovascular nesses pacientes, o que ainda é discutível na literatura médica.


Antes do inicio da TDA, todo paciente deve ser submetido a uma avaliação da sua saúde óssea, uma vez que o ambiente de hipoandrogenismo pode induzir perda de massa óssea. Sendo assim, todo paciente deve fazer uma densitometria óssea antes do inicio do tratamento e fazer uso de cálcio 1.200 mg/dia e vitamina D 1.000 U/dia de forma profilática. Caso já exista osteoporose instalada, o uso de bifosfonados poderá ajudar (alendronato, zoledronato).
Alterações comportamentais, perda da libido e falta de energia são as alterações mais frequentes, e devem ser tratadas prontamente a fim de não comprometer a qualidade de vida. Psicoterapia pode ajudar a entender este momento no qual tantas alterações estão ocorrendo no organismo e com isso facilitar a tolerância e o manejo destes sintomas.
Fogachos podem surgir em até 80% dos pacientes submetidos à TDA e são descritos como uma sensação súbita de calor na cabeça e no segmento superior do corpo, que pode ou não vir acompanhada de sudorese profusa. Drogas inibidoras da recaptação da serotinina possuem alguma atividade nesta condição, sendo a venlaflaxina a melhor estudada. Em um estudo randomizado de fase III, doses baixas de medroxiprogesterona ou acetato de ciproterona se mostraram superiores no controle destes sintomas. A gabapentina na dose de 900 mg/dia também se mostrou ativa no controle dos fogachos.
Sendo assim, a castração, seja química ou cirúrgica, segue sendo parte crucial no tratamento dos pacientes com câncer de próstata, e o manejo dos seus efeitos colaterais são de suma importância para não perdermos em qualidade de vida.

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Mês de combate ao câncer de próstata





O mês de novembro é o chamado novembro azul, dedicado ao combate do câncer de próstata
“Novembro azul”é uma campanha de conscientização , realizada por várias entidades , especificamente no mês de novembro,à sociedade em geral, especialmente aos homens, orientando, esclarecendo sobre a importância da prevenção e diagnóstico precoce do câncer de próstata.
Segundo as informações, o câncer de próstata é o segundo tipo de câncer que mais mata homens, o primeiro é o câncer de pulmão.
A OMS (organização mundial de saúde ) informa que existe a previsão do surgimento de 1.201.619 novos casos e 335.643 óbitos no mundo devido a esta doença.
O Câncer de próstata , inicialmente ele não manifesta os sintomas, mas com o passar do tempo e a falta de prevenção, o tumor cresce e pode provocar problemas como , dificuldade para urinar,sangramento, obstrução do jato urinário e dor pélvica.

Prevenção

Segundo informações de especialistas, os homens devem começar, voltar a sua atenção para a prevenção, fazendo os exames devidos com 50 anos de idade.
Homens com histórico familiar, ou homens negros devem iniciar a prevenção, fazendo exames a partir dos 40/45 anos de idade.
Outras medidas de prevenção: evitar o sedentarismo realizando exercícios físicos constantes, evitar alimentos gordurosos, e com muito açùcar, manter o peso, não fumar, e manter uma alimentação saudável..

Exames que se completam.

Conforme os especialistas existem dois exames que se completam para diagnosticar este tipo de câncer no homem: seriam o PSA (exame de sangue) e o exame de toque retal.
Estes exames devem serem feitos periodicamente, conforme orientação médica.
No dia 17 de novembro é comemorado o dia mundial de combate ao câncer de próstata

CONSCIENTIZAÇÃO
O Objetivo da Fundação do IBRADOC ( INSTITUTO BRASIL DOMÉSTICO CIDADÃO) é continuar o trabalho de conscientização de empregadores e empregados sobre direitos e deveres das partes evitando assim , ações trabalhistas, reclamações, etc.

ORIENTAÇÃO
IBRADOC visa orientar as partes, combater injustiças, preservar a cidadania e direitos humanos dos trabalhadores domésticos como: o trabalho escravo, violência e etc.

QUALIFICAÇÃO
IBRADOC também tem como preocupação a formação e qualificação de trabalhadores domésticos, através de cursos de formação e qualificação.

HISTÓRIA
O Presidente José Carlos oriundo de uma família de trabalhadores domésticos sempre teve uma preocupação com estes trabalhadores e sua condição sub-humana, ganhando baixo salários, muitos sem registros em carteira, sem ganhar ao menos um salário mínimo ou ate trabalhando em troca de um prato de comida ou lugar para dormir.
Mesmo com a mudança da Lei, ou seja, LC 150/2015, a situação ainda é bastante complicada, segundo o IBGE são cerca de 7 milhões de empregados no Brasil , sendo que menos da metade tem registro em carteira.
O trabalho é árduo, a conscientização para que esses trabalhadores tenham seus direitos garantidos é importante, mas a LC 150/2015 foi um grande avanço.
Cabe a sociedade e órgãos interessados na defesa dos Direitos Humanos e Cidadania permanecerem firmes no propósito da emancipação dos trabalhadores domésticos no Brasil ,que desde a escravidão viviam e vivem ainda no sistema totalmente precário e injusto.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

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Tratamentos para o carcinoma basocelular

Tratamentos para o carcinoma basocelular



O carcinoma basocelular tem cura?

 Sim, este é um câncer de excelente prognóstico,com altos índices de cura. Quanto mais precoce o diagnóstico, mais fácil de tratar. Quando o carcinoma basocelular é diagnosticado em fases iniciais podemos inclusive tratá-lo sem cirurgia. É importante lembrar que todo câncer deve receber o melhor tratamento possível logo na primeira tentativa, evitando que o câncer recidive. Como regra o melhor tratamento para o carcinoma basocelular é a cirurgia, mas existem outros tratamentos:

ratamento não cirúrgicos:

A destruição por congelamento do tumor é bastante eficaz no tratamento do carcinoma basocelular.  No geral a resposta terapêutica é boa, com recidivas menores que 10%.

  • Radioterapia no tratamento do carcinoma basocelular


Radioterapia pode ser usada como tratamento primário do CBC com intenção curativa, ou como tratamento associado. Pode ser usada antes da cirurgia para diminuir o tamanho do tumor ou pós-operatório para evitar recidivas. Quando usada com intenção curativa, tem bons índices de cura.  


Também conhecido como PDT (photodynamic therapy). Tratamento mais recente que usa um agente fotossensibilizante na presença de uma fonte luminosa apropriada para causar morte celular e destruição seletiva do tumor. Atualmente está indicada somente para casos de carcinoma basocelular superficial. Seu uso em outras formas de CBC ou mesmo em variantes agressivas não é indicado. Tem uma boa resposta terapêutica e um excelente resultado cosmético.

  • Imiquimod no tratamento do carcinoma basocelular: 


É uma substância de uso tópico, em creme. Age sobre o sistema de defesa do corpo, fazendo com que o próprio corpo reaja contra o tumor. Tem boa resposta terapêutica e excelente resultado cosmético. Pode ser associada a cirurgias para reduzir a cicatriz final. É um tratamento bastante indicado para pacientes sem condições clínicas de realizar cirurgia. Seu uso deve ser sempre supervisionado por um médico especialista. Mesmo sendo produto de uso tópico, tem toxicidade e diversos efeitos colaterais. Não deve ser nunca usado como automedicação! 
Tratamentos cirúrgicos para o carcinoma basocelular


É o método de escolha no tratamento do carcinoma basocelular.A cirurgia remove o tumorjuntamente com margem de segurança de pele normal. A margem depende da localização do tumor e do tipo do tumor. Um médico especialista sabe a margem adequada para remover completamente o tumor, sem risco de recidiva.  A cirurgia quando feita de forma adequada é curativa e dependendo da área operada o resultado estético é muito bom.


Nesta modalidade cirúrgica, após a retirada, todo o tumor é enviado para um exame de biópsia por congelação onde 100% de suas margens cirúrgicas são avaliadas. O próprio médico que realiza a cirurgia vai avaliar a biópsia e verificar se todo o tumor foi retirado. É a cirurgia indicada em casos de CBC recidivado.
  
Considerações finais:
 O carcinoma basocelular, por seu comportamento pouco agressivo tende a ser negligenciado por médicos e pacientes. É fundamental que o tratamento seja conduzido por um médico especialista e preferencialmente experiente no assunto. Pesquisas estão ocorrendo e novos tratamentos tem surgido com excelentes resultados. 
  
  
 Bibliografia:
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